Para muitos ver alguém nu é considerado obsceno e chocante, aliás até a lei se mostra favorável a esta condição e é compreensível que a sociedade reprove a exibição de figuras nuas publicamente, pois o nu é algo íntimo e que pode ferir susceptibilidades a muitas pessoas. Além disso nem todo o nu é agradável....Mas apesar de todas as controvérsias e de todas as divergências possíveis, a expressão do nosso corpo tal e qual como ele é, não pode deixar de ser considerada Arte. Como é possível não acharmos o nosso corpo belo? Para mim, tanto o nu masculino como o feminino têm a sua beleza, a sua essência e a sua genialidade. Não o nu pornográfico ou perverso, aquele que perde toda a sua beleza por o reduzirmos a algo tão pobre como isso, mas o nu artístico, aquele que aliado à Arte e à Natureza mostra o nosso corpo em todo o seu explendor. E não nos podemos esquecer que o nosso corpo é algo delicado e resistente ao mesmo tempo, é torneado e não é simples, é pura e simplesmente único à face da Terra e é por isso que tanto gosto dele. Por ser tão especial, tão trabalhado e tão belo como é.



O nu masculino na fotografia começa com a própria
história da fotografia.
Quando a
fotografia começou a florescer, entre
1830 e
1840, sua principal função era retratar indivíduos. O que antes era acessível somente aos nobres, tornou-se comum entre todas as classes sociais.





Os fotógrafos perceberam que havia um mercado emergente. Assim, surgiu a comercialização de fotografias que retratavam objetos, casas, ruas, cidades, paisagens e, finalmente, os nus.

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Para
David Leddick, autor do livro The Male Nude (1999), a sociedade da época impôs a comercialização exclusiva de fotografias de nus femininos, com fins eróticos disfarçados sob uma ótica artística. Como a maioria dos homens não gostava de se ver nu, também não questionava se alguma mulher poderia admirar a beleza artística contida em um nu masculino. Muito menos se havia homens que pudessem admirá-los dessa forma.

